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CPTM em São Paulo criando bichos em trens Metropolitanos na gestão Tarcísio

 Trens: um ambiente social em que pessoas circulam todos os dias, onde são obrigadas a ouvir gravações repetidas a cada 10 ou 15 minutos. Na linha Turquesa.

Tarcisío Gomes de Freitas
Trens da CPTM "foto reprodução Rede RD"


#TarcisioGomesdeFreitas

#CPTM

#TrensMetropolitanos




Pessoas que utilizam diariamente estão condenadas a ouvir as mesmas gravações, semelhante a um antigo disco, ou a um "CD" compact disk riscado. 

A população que utiliza o transporte fica submissa a essas gravações diárias, coibindo pessoas em convívio social.

A relação de pessoas que já estão com temor de olhar para o rosto da outra, muitas vezes já influenciadas pelo notório uso de celular, as pessoas estão dentro dos vagões dos trens, mas parece que não estão.

E a gestão Tarcísio, sem noção, cria pânico entre as pessoas, gerando ignomínia, indiferença e repulsa entre as pessoas, com uma das frases repetitivas e diárias, em tom acusador, como se estivesse chamando a atenção com efeito de bronca, e uma dessas frases é assim:

 "Importunação sexual é crime, estamos de olho, respeito é bom e todo mundo gosta."

Diariamente a mesma frase se repete várias vezes. Imagine você utilizando esse meio de transporte, como se estivesse submetido a uma tortura diária, ouvindo a mesma frase todos os dias, toda semana e todo mês.

Com certeza Tarcisio Gomes de Freitas, com seu automóvel de luxo e ar-condicionado, nunca anda de trem, nem sabe o que é isso.

Está acabando com a sociabilidade entre as pessoas; por vezes, um simples olhar a quem está de frente ou do lado, parece estar sendo incomodado ou subjugado, como se fosse alguém com segundas intenções, causando assim um ambiente tóxico, insípido e de convívio nada agradável.

Como se homens e mulheres fossem bichos, e olhar para o lado, se quer sorrir em ato simpático e cortês para alguém, seria impróprio.

O governo do Tarcísio cria assim um ambiente impróprio, frio, antisocial, nada hospitaleiro. As pessoas já não sabem como se comportar socialmente; não dá para deduzir: já são atacadas diariamente como se todos fossem tarados ou maníacos, importunadores dos outros, e a toda hora a mesma frase repetitiva: "Estamos de olho!"

"Importunação sexual é crime, estamos de olho, respeito é bom e todo mundo gosta." 

A vida regressa anti-social de um governo inconsequente que parece não entender de pessoas, como se todo ser humano fosse espécie de gado de cabresto, que precisa ouvir o assobio ou toque do berrante de seu dono repetidamente.

Como se os seres humanos fossem bichos incapazes de conviver socialmente, lesando assim a honra de todos. 

Parece que todos são repreendidos a cada momento, e o seu capataz quer um povo troncho que apenas vai trabalhar e volta como um cavalo no cabresto, sem poder olhar para os lados.

Desfazendo a geração de amizade e convívio social, já vivemos épocas em que as pessoas estão só com os seus olhares voltados para o celular, em que, muitas vezes, já não sabem nem quem está ao lado.

Então, para acabar com a civilidade, ainda temos um governador despreparado, que parece não entender nada de ética social e ofende todos como possíveis importunadores sexuais.

Em vez de melhorar os transportes e dar condições para que todos possam sempre sentar-se nos bancos de trens, já que as passagens são pagas por todos que estão no transporte.

Este governo segura a verba e coloca a gravação repetitiva para incomodar os passageiros. E ainda pretende sempre vender, privatizar, para jogar o problema para a iniciativa privada, ou seja, para quem comprar, e assumir as linhas de trens da CPTM.

Com aquele slogan falso que todo mundo já conhece: "privatiza que melhora". Já sabemos dessa mentira,sendo que quem compra uma estatal investe seu dinheiro, seu capital, e pensa unicamente em cortar gastos e gerar capital.

A iniciativa privada que compra não comprou para fazer caridades e ajudar a população; o seu interesse é lucrar, nem que para isso cause demissão em massa ou possível aumento de passagens.

Um governo que só pensa em privatizar não sabe e não quer administrar; quer apenas passar o problema para frente para outros.

E a pergunta que fica no ar: para que ter governo, então, se ele não quer administrar as estatais? Será que o governo serve apenas para cobrar impostos? Então fica claro que o governo que prega as privatizações é um anarco-capitalista, sem saber por que ele mesmo indiretamente implica na desimportância de existir um governo.

Se não serve e não quer administrar, então teremos governos apenas para cobranças de impostos e para ter altos salários?




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